O que é, na prática, um implante dentário
O implante substitui a raiz; a coroa substitui a parte visível do dente. São duas peças que trabalham juntas: o implante fica dentro do osso e se integra a ele em algumas semanas (osseointegração). Depois disso, a coroa é parafusada ou cimentada sobre um pilar, e o conjunto passa a funcionar como um dente natural.
Na Cimplo, o planejamento começa com tomografia computadorizada feita na própria clínica. Ela mostra a altura e a espessura do osso, a posição do nervo e do seio maxilar, e permite planejar a posição exata do implante antes da cirurgia. Em muitos casos usamos guia cirúrgico impresso a partir desse planejamento, o que torna o procedimento mais rápido e previsível.
Quem pode fazer implante
Quase todo adulto com saúde geral estável pode receber implantes, inclusive pessoas que perderam todos os dentes há muitos anos. O que muda de um caso para outro é o caminho: quem tem osso suficiente recebe o implante direto; quem perdeu volume ósseo pode precisar de enxerto, de implantes mais inclinados ou, em perdas severas, do implante zigomático.
Diabetes controlado, pressão alta controlada e idade avançada não impedem o tratamento. Tabagismo, diabetes descompensado e algumas medicações pedem cuidado extra e avaliação com o médico do paciente. Tudo isso é conversado na primeira consulta.
Quanto tempo leva
A cirurgia de um implante unitário costuma durar entre 30 e 60 minutos, com anestesia local. O período de integração ao osso varia de 2 a 6 meses conforme a região e a qualidade óssea. Nesse intervalo o paciente usa um provisório, quando a região é visível.
Em casos selecionados é possível instalar o dente provisório no mesmo dia da cirurgia (carga imediata). Quando a reabilitação é da arcada inteira, esse é o princípio do protocolo em 24 horas, que tem página própria.
Dói? E depois da cirurgia?
Durante o procedimento, não: a anestesia local é a mesma de uma restauração. Para pacientes ansiosos ou cirurgias longas, a Cimplo oferece sedação consciente com acompanhamento profissional.
Nos dois ou três dias seguintes pode haver inchaço leve e desconforto controlado com a medicação prescrita. A maioria dos pacientes volta à rotina no dia seguinte, evitando apenas esforço físico intenso e alimentos duros na região.
Implante, ponte ou prótese removível?
A ponte fixa exige desgastar dois dentes saudáveis para servir de pilar. A prótese removível apoia na gengiva e nos dentes vizinhos e precisa ser retirada para higiene. O implante é a única opção que repõe a raiz, e por isso é a primeira escolha sempre que o osso e a saúde do paciente permitem. Quando não é possível, a equipe apresenta as alternativas com os prós e contras de cada uma.
