Para quem a sedação é indicada
Pacientes com fobia de dentista, que adiam o tratamento há anos e chegam com muitos problemas acumulados. Pacientes com reflexo de vômito forte. Cirurgias longas, como protocolo em 24 horas, implantes zigomáticos e extrações múltiplas. Crianças que não colaboram com a adaptação convencional. Pessoas com necessidades especiais ou condições que dificultam o atendimento convencional.
Tipos de sedação
Sedação oral: comprimido tomado antes da consulta, para ansiedade leve a moderada. Sedação inalatória com óxido nitroso: gás inalado por máscara nasal, com efeito rápido e recuperação em minutos. Sedação endovenosa: para procedimentos longos ou ansiedade intensa, administrada e monitorada por profissional habilitado, com o paciente respirando sozinho e acordando pouco depois do fim do procedimento. A escolha depende do procedimento, da saúde do paciente e do grau de ansiedade.
Segurança
Antes de qualquer sedação há avaliação da saúde geral, dos medicamentos em uso e, quando necessário, exames ou contato com o médico do paciente. Durante o procedimento, o paciente é monitorado continuamente. Após, permanece em observação até estar apto a sair acompanhado. Não se deve dirigir no dia.
Sedação é diferente de anestesia geral
Na anestesia geral o paciente é entubado e precisa de centro cirúrgico. Na sedação consciente, ele respira sozinho, pode responder, e o procedimento acontece no consultório equipado. É um nível intermediário: tira o medo e o desconforto sem os riscos e a estrutura da anestesia geral.
